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Clayton Rocha - Trajetória

    Da redação

    Seminário discute violência nas escolas

    Técnicas na Justiça Restaurativa como ferramenta para melhorar os relacionamentos nos educandários foram apresentadas no evento promovido pelo Ministério Público.

    Publicado 08/11

    Secretarias e conselhos municipais de Educação e conselheiros tutelares de Pelotas e outras 24 cidades da região sul do Estado participaram, durante esta quinta-feira (8), no auditório do Ministério Público, do Seminário de Planejamento Participativo criado pela Promotoria Regional de Justiça para discutir a violência nas escolas e buscar soluções para o problema.

    A atividade organizada pelo promotor de Educação, Paulo Roberto Charqueiro, ocorre há alguns anos, com o objetivo de estimular a elaboração de estratégias para contornar conflitos nos educandários, debatendo temáticas como prevenção ao bullying e comunicação não violenta. Na 3ª edição deste ano, o Seminário apresentou as técnicas de Justiça Restaurativa como uma das ferramentas que podem ser utilizadas para melhorar os relacionamentos na comunidade escolar.

    Pela manhã, o juiz e coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), Marcelo Cabral, falou sobre a implantação do método no município e comentou sobre a parceria estabelecida com a Prefeitura, que propiciou a formação de facilitadores para atuação nas escolas que recebem, desde o ano passado, os círculos de construção da paz como estratégia do Pacto Pelotas pela Paz. As facilitadoras Marilaine Furmann, Nivia Benites e Selma Mazza relataram suas experiências, em função de terem integrado a primeira turma de profissionais capacitadas em Pelotas.

    “A Justiça Restaurativa não é a solução de todos os problemas, mas é o caminho para o aperfeiçoamento das relações”, definiu o juiz Cabral.

    Problemas e soluções

    Durante a tarde, o promotor Charqueiro tratou sobre problemas comuns relacionados à violência, enfrentados pelas escolas municipais e estaduais. Nas reuniões anteriores, a agressão entre estudantes e a falta de participação da família na vida escolar foram apontadas como os principais motivos para a baixa frequência e desempenho dos alunos.

    As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (Cipaves) também foram citadas pela representante da 5ª Coordenadoria Regional de Educação (5ª CRE), Dóris Noronha. Ela destacou que houve redução dos índices de violência nos educandários, em parte pela promoção de cursos com o intuito de proporcionar a integração dos alunos ao ambiente.

    O Seminário contou com a presença de orientadores, supervisores e diretores da Secretaria de Educação (Smed), além dos gestores de 25 municípios da região sul, como Camaquã, Bagé, Piratini e Jaguarão. 

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    Fonte: Adriana Rabassa

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