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    José Rodrigues Gomes Neto

    Percival Puggina X Marino Boeira

    Não conheço pessoalmente nem o jornalista Flávio Tavares nem o cronista Percival Puggina e tampouco o professor Marino Boeira. Frequento as crônicas dos dois primeiros e posso dizer que as aprecio, apesar de aqui e ali discordar de algumas idéias deles.

    Publicado 05/01

    Não conheço pessoalmente nem o jornalista Flávio Tavares nem o cronista Percival Puggina e tampouco o professor Marino Boeira. Frequento as crônicas dos dois primeiros e posso dizer que as aprecio, apesar de aqui e ali discordar de algumas idéias defendidas por eles.

    Assim, pela linha adotada pelo jornal, os citados cronistas, principalmente por sua postura ética, merecem o espaço que a eles está reservado na imprensa. Não chamaria propriamente de debate público a resposta que o professor Marino deu a Percival Puggina na Zero Hora de 7 de dezembro de 2011, porém ela é, no mínimo, polêmica.

    Apenas para recordar: o Prof. Marino, em seu artigo ‘RESPOSTA AO PUGGINA’, critica o autor porque  ele teria manifestado simpatia pelo movimento de 1964 (Zero Hora de 4-12-11), além de colocar-se contra a “famigerada” Comissão da Verdade (famigerada é minha). Não sei a idade do professor Marino, portando desconheço se ele é, como eu, testemunha do que aconteceu naquele ano.

    Ao referir-se à linguagem raivosa usada pela direita brasileira, ele esqueceu, ou não sabe, que linguagem usavam os comunistas, os daquele tempo, na sua pregação evidentemente golpista e identificada com Fidel Castro, Stalin e outros da mesma categoria.

    Lembro bastante da oratória dos políticos simpatizantes do regime soviético e também das aulas que recebia de professores adeptos da mesma doutrina (eu cursava a Faculdade de Direito de Pelotas, à época pertencente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde mais tarde fui professor).

    O tom era extraordinariamente agressivo e ameaçavam com paredões, bem ao estilo dos assassinatos em Cuba e na União Soviética. Em Pelotas, chegaram a eleger a Praça do Pavão, que possui um imenso muro, como o lugar das execuções. Assim era no Brasil inteiro.

    E porque era assim e os brasileiros não queriam isso para si, a revolução, ou golpe, como gostam de chamar os esquerdistas, teve o apoio da imensa maioria da população.

    Na verdade, quem tiver uma visão sociológica do episódio, e revolução é fonte de direito, terá de reconhecer que o movimento de 64 teve legitimidade popular e se constituiu em uma contra-revolução. Os resultados eleitorais de então, em eleições parlamentares, que sempre houve, demonstram o quê o povo verdadeiramente queria.

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    Fonte: José Gomes Neto

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    Comentários (4)

    feito em 02/03/2012 06:06:27

    Ao Sr. Marino Boeira,

    revolução fundamentalmente humanista? vejo que teu conceito de humanismo está um pouco equivocado. Acho que deves ler mais um pouco sobre o assunto.

    Abraço.

    feito em 16/01/2012 17:33:54

    Bom dia, José Rodrigues. Só agora li o seu comentário sobre a minha "polêmica" com o sr. Puggina.O retrato de um dos polemistas (mais parece um ator de cinema)no topo da página, já revela as suas preferências políticas,que depois se confirmam no texto. Fui contemporâneo daqueles eventos, como você, e nunca me pareceu que Stalin fosse uma figura reverenciada. Fidel, sim, não pelo paredão, mas pela esperança que ele trouxe de que era possível uma revolução socialista e fundamentalmente humanista, na nossa América. De qualquer maneira, é ótimo que alguém disponha de um espaço para discutir política, ainda mais numa cidade de tantas tradições culturais como Pelotas. Marino Boeira.

    feito em 08/01/2012 02:34:32

    O Percival Puggina é do partido que o Maluf é presidente de honra, o Maluf não deve colocar os pés numa centena de países sob pena de ser preso.

    feito em 06/01/2012 00:22:20

    Percival Puggina é um dos que vão de encontro à maré dos politicamente corretos que se dizem socialistas. Sim, porque hoje, no Brasil, o politicamente correto é ser socialista. Quem ousa declarar-se de direita - ou mesmo de centro - corre sérios riscos de ser censurado pelas patrulhas ideológicas de plantão. E não basta ser de centro-esquerda ou social-democrata, tem que ser socialista que idolatra o regime da dinastia Castro como referência para o mundo, sonha com a utopia da sociedade sem classes, da propriedade coletiva dos meios de produção e Estado totalitário, embora - da boca para fora - se autodenominem democratas. Pedro Marasco

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