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Clayton Rocha - Trajetória

    Da redação

    Pacto Pelotas pela Paz completa seis meses

    Momento é de estruturação das políticas públicas de prevenção e repressão à violência.

    Publicado 12/02

    Seis meses após seu lançamento, em 11 de agosto do ano passado, o Pacto Pelotas pela Paz ingressa em uma nova fase. Se 2017 foi o ano de demonstrar a importância do Município se empoderar da gestão da segurança e transformá-la em um conjunto de políticas públicas, 2018 é a hora de estruturar cada uma das estratégias para integrar a repressão e criar mecanismos de prevenção à violência.

    Os tradicionais comboios e barreiras da Operação Integrada continuam a ser a principal tática do eixo Policiamento e Justiça para reduzir os indicadores de criminalidade. Mas o grande diferencial a entrar em evidência agora será a prevenção social, que entrou em campo com tudo.

    O trabalho engloba desde a proteção das crianças, cujos pais saem da maternidade com a certidão de nascimento na bolsa, até a capacitação de servidores para ampliar as metodologias empregadas na primeira infância e o resgate de jovens em situação de vulnerabilidade social. O pacote multidisciplinar inclui ainda o oferecimento de ações de ressocialização de apenados para diminuir a reincidência ao crime, como a construção da unidade local da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac).

    O programa Cada Jovem Conta chegará a outros 14 microterritórios, onde as escolas serão o ponto de partida para acionar a rede de proteção social responsável pelo afastamento de estudantes de situações ligadas à violência. Aqui, o Banco de Oportunidades é uma peça chave que tem contado com o apoio do empresariado para inserir alunos no mercado de trabalho, e também de instituições que os incluem em oficinas, cursos e atividades esportivas.

    Cada elemento do conjunto de políticas públicas criado coletivamente é fruto de uma pesquisa detalhada, sob a orientação técnica do Instituto Cidade Segura, que aponta metodologias comprovadas em outras cidades e que tiveram sucesso na redução dos fatores de risco e dos indicadores de violência.

    “Temos um trabalho fantástico na prevenção com o emprego de metodologias para instrumentalizar nossos servidores, algo que não acontece no Brasil. O segmento preventivo é o que vai transformar o futuro e permitir que as outras ações de fiscalização e repressão não sejam simplesmente enxugar gelo”, afirmou a prefeita Paula Mascarenhas.

    Reforço na prevenção

    Um dos exemplos recentes é capacitação de servidores municipais para levar à primeira infância os benefícios do Book Sharing, uma ferramenta utilizada nos Estados Unidos, Itália e Inglaterra capaz de aproximar pais e filhos através do compartilhamento de livros. Mais do que isso, a proposta consegue influenciar na atenção, concentração, preparo para a escola e formação de valores da criança.

    Outra expectativa é o desarquivamento e análise do projeto de lei do Código de Convivência, na Câmara de Vereadores. Este será um momento muito produtivo para o debate que levará à criação efetiva de uma cultura de paz em Pelotas.

    “Acho que será um debate muito enriquecedor e necessário para a sociedade. Vamos ver qual é a nossa maturidade, até onde podemos ir e como queremos agir sobre os pequenos delitos que podem gerar as grandes violências”, projetou a prefeita.

    Para acompanhar de perto o desenvolvimento de cada uma das estratégias colocadas em ação, o Pacto conta agora com um secretário-executivo exclusivo, o empresário Samuel Ongaratto, que unirá esforços junto aos órgãos públicos, privados, entidades de segurança e os integrantes engajados em romper o crescimento da violência.

    “A segurança pública é papel também dos municípios que têm muito a contribuir neste sentido. São seis meses de muito trabalho. Espero que o Pacto avance e mobilize cada vez mais pessoas que lutem e acreditem na possibilidade da formação de uma cultura da paz em Pelotas”, concluiu Paula.

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    Fonte: Andressa Barbosa

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