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Clayton Rocha - Trajetória

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    O amor por um clube não se define, sente-se!

    A alma, a paixão incontida pelo clube, a vergonha na cara, a boa intenção, a determinação em busca do bom resultado tudo podem

    Publicado 01/11

    AH, SE ELE PUDESSE!
    AH, SE ELE AQUI ESTIVESSE!
    QUANTOS BONS CONSELHOS ELE PODERIA DAR!

    Apostem tudo naqueles meninos chorando abraçados, indignados, mas não derrotados. Apostem tudo naquelas oito mil pessoas que lá estavam, pois elas são a síntese da suprema devoção! E Essa é a grandeza! E esse é o sinal da reversão de expectativas.

    Pois conhecendo-o como eu o conheci, sinto-me em condições de interpretá-lo!

    O que o sr Rolla nos diria agora? - Se os senhores querem entender este clube e este momento na Boca do Lobo, bastará observar esses meninos do Esporte Clube Pelotas que se abraçaram em lágrimas, para tentar entender o mau resultado.

    Essa é a grandeza!

    A alma, a paixão incontida pelo clube, a vergonha na cara, a boa intenção, a determinação em busca do bom resultado tudo podem!

    Fiquei sabendo - também - que havia um público em torno de 8 mil pessoas, dia desses, numa das horas mais amargas de um clube que faz parte - e com honras - da história esportiva do Rio Grande do Sul!

    Pois que se pense em dois sinais de vida neste instante:- Aqueles meninos chorando de indignação, aquelas 8 mil pessoas acreditando, além de solidárias, apegadas ao clube e às suas cores, em busca da reversão necessária.

    Quero que saibam de uma coisa: a de que toda reação, cheia de ousadias - vale bem mais do que o escore de um jogo!

    Ao torcedor do Esporte Clube Pelotas, que seja dito: Agora o jogo é outro, ele transita por um outro espaço, o da mentalização de que é possível!

    É possível, sim, reverter o mau momento por conta de uma vontade férrea de mudar esses maus cenários. A energia, a vergonha na cara e as lágrimas sinceras daqueles meninos terão consequências favoráveis em pouco tempo, e estas serão testemunhadas lá no endereço sagrado da Boca do Lobo!

    O treinador Oswaldo Rolla se pudesse, em nome de todas as suas energias, diria isso aos torcedores do Esporte Clube Pelotas!

    Mas se ele não tem condições de faze-lo, e se necessita de um intérprete, habilito-me em nome do afeto e do respeito ao grande e inesquecível amigo, companheiro de "Sala" na Copa da Argentina de 1978. E sem querer ser ousado ou abusado, valho-me tão somente daquele coração de menino que cobria e vibrava com as conquistas do time azul e amarelo nos derradeiros anos daquela maravilhosa década de sessenta.

    Será que tenho esse direito, dr Cândido Lopes Neto? Será que tenho, Edgard de Moura Ronhelt, Getúlio Saldanha, meu amigo Hermínio? Será que posso interpretar o recado do Foguinho, hein Gauchão? Será que posso, inesquecíveis amigos Valmir Louruz, joaquinzinho e Paraguaio? Pois eu já sei que sim. Eu sei que tenho esse crédito todo acumulado durante os últimos 45 anos.

    Srrrrr Clayton, fale-me, por favooorrr, do Esporte Clube Pelotas!

    Você bem sabe que um pedaço de meu coração ficou lá, naquela iluminada Boca do Lobo azul e amarela! E também sabe que eu gostava daqueles confrontos com o senhorrr Galego, daquele BraPel eletrizante, daquelas energias contagiantes da amada e saudosa década de sessenta!

    Digo-lhes agora, senhores torcedores do Esporte Clube Pelotas, que o srrrr Clayton pode, sim, e sem nenhuma dúvida, falar em meu nome, além de motivá-los a perseguir um objetivo com muita determinação. O que ele disse aí para vocês todos, ele o fez inteiramente convencido de que estava autorizado! E estava.

    Oswaldo Azarine Rolla, o Foguinho, foi jogador e goleador do Grêmio, árbitro, treinador do Grêmio, treinador do Esporte Clube Pelotas, treinador da Seleção Brasileira. Era ainda alfaiate de primeiríssima qualidade, e comentarista do "Sala de Redação" da rádio Gaúcha de Porto Alegre, onde nos conhecemos, onde nos tornamos amigos, onde ocupamos o mesmo estúdio lá em Buenos Aires, naquele inesquecível centro de transmissões da Avenida Figueroa Alcorta.

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    Fonte: Clayton Rocha

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