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Clayton Rocha - Trajetória

    Luiz Carlos Vaz

    Marlene Rosenthal Schlee

    Todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ela, reconhecem seus familiares, admiravam-na pelos aspectos mais característicos de sua personalidade: uma sincera franqueza, uma privilegiada memória e um abrangente e sempre atualizado conhecimento

    Publicado 28/01

    Marlene Rosenthal Schlee morreu em Pelotas, no dia 27 de janeiro, aos 81 anos de idade. Era casada com o escritor Aldyr Garcia Schlee. Deixa os filhos Aldyr, Andrey e Sylvia; os netos Andrey, Ana Carolina e Helena.

    Todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ela, reconhecem seus familiares, admiravam-na pelos aspectos mais característicos de sua personalidade: uma sincera franqueza, uma privilegiada memória e um abrangente e sempre atualizado conhecimento que tinha da realidade – balizado tudo pela firmeza de suas convicções humanistas e por sua muito particular e inabalável visão de mundo.

    Formada em Educação Artística, com pós-gradua­ção em História da Arte, dedicou-se até à aposentadoria ao magistério Estadual. Foi datilógrafa e revisora dos primeiros originais de seu marido, transformando-se logo em leitora número um, conselheira e organizadora de suas obras literárias.

    Em 2014, quando ele completava 80 anos, organizou – com amigos, leitores e críticos literários brasileiros e uruguaios – uma coletânea de textos do autor jaguarense intitulada Os vinte melhores contos de Aldyr Garcia Schlee, que publicou em edição especial e lhe ofereceu como presente de aniversário.

    Marlene ocupava na leitura a maior parte de seu tempo, dedicando-se também a ver e rever o melhor do cinema, sem deixar de acompanhar os mais importantes jogos de futebol, pela TV. Foi grande apreciadora de futebol e torcedora apaixonada do Grêmio Esportivo Brasil; teve a felicidade de, além de ler, conviver com alguns dos mais consagrados autores brasileiros e latino-americanos; e, como cinéfila, ajudou o marido a selecionar, avaliar e escolher os 35 filmes que, desde abril a dezembro de 2016 foram apresentados todas as quintas-feiras no Instituto João Simões Lopes Neto, durante o Ciclo Cinema na Casa do Capitão.

    Leia mais sobre: Luiz Carlos Vaz, Memória, Opiniões

    Fonte: Luiz Carlos Vaz

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    Comentários (1)

    feito em 29/01/2017 11:14:55

    Foi com tristeza q recebi a noticia. Ficarão em minhas lembranças as tardes deliciosas de longas conversas que tínhamos a cada final de ano quando ia de visita a minha família. Daqui do Rio, meu grande abraço a todos que têm a Marlene em um lugar especial do coração. Nos fará muita falta. Vera Huszar

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