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Clayton Rocha - Trajetória

    Da redação

    Cinco ministros são anunciados por Bolsonaro

    Publicado 01/11

    Em menos de uma semana após as eleições, que aconteceram no último domingo (28), o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já nomeou cinco ministros do seu governo.

    Por enquanto, os anunciados são o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil; o economista Paulo Guedes, para o futuro Ministério da Economia; o general Augusto Heleno, para o Ministério da Defesa; o astronauta Marcos Pontes para o Ministério da Ciência e Tecnologia; além do juiz Sérgio Moro para Justiça. Em nota no Twitter, Bolsonaro disse que todas as nomeações acontecerão na sua conta oficial na rede social e que informações que não estiverem lá serão meras especulações.

    “Nossos ministérios não serão compostos por condenados por corrupção, como foram nos últimos governos. Anunciarei os nomes oficialmente em minhas redes. Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade”, afirma Bolsonaro, no Twitter.

    A estratégia adotada para divulgar informações é semelhante à usada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, político admirado pelo novo presidente do Brasil. O americano utiliza a conta na rede social para fazer pronunciamentos, nomeações, demissões e ações do governo.

    Ministérios

    O desenho da Esplanada dos Ministérios do futuro governo divulgou na última quarta-feira (31) que terá redução pela metade: das atuais 29 pastas, haverá redução para 17. O Superministério da Economia será composto por Ministério da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio. Justiça, Segurança Pública e Transparência e Controladoria Geral da União (CGU) irão se juntar. Direitos Humanos, área social será Desenvolvimento Social. Educação, Esportes e Cultura também terá fusão. Coordenadoria do ensino superior será com Ciência e Tecnologia; Cidades e Turismo terá fusão com Integração Nacional. A fusão entre Agricultura e Meio Ambiente e a separação de Minas e Energias de Transportes ainda estão em análise. Há, também, a possibilidade de fusão entre Transportes e Comunicações.

    Defesa, Saúde, Trabalho, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Minas e Energia e Relações Exteriores manteram atual composição.

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    Fonte: Jornal TR

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