Fato: O anúncio da Presidente Dilma Rousseff da liberação de R$ 1 bilhão para a duplicação da BR-116.
Mancada: A lavagem de roupa suja do PP de Pelotas no Facebook.
Neiff Satte Alam
José Gomes Neto
Antonio Ernani Pinto
Sérgio Ferreira
José Luis Marasco
Clayton Rocha
Luiz Antônio Caminha
Luiz Carlos Vaz
Francisco Guedes
Ramacés Hartwig
Carlos Vignolo
Pedro Luis Marasco
A contratação de Fabiano Eller pelo Grêmio Esportivo Brasil.
A reprovação de 91% dos inscritos em um concurso do Estado do RS para professor.
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Publicado 10/02
O deputado federal Luiz Noé (PSB-RS) foi à tribuna da Câmara na tarde desta quarta-feira (8), em Brasília, registrar o falecimento do jornalista Clayr Rochefort no último dia 22 de janeiro. Em seu discurso, Luiz Noé o classificou como um dos maiores vultos do jornalismo gaúcho que se confunde com a própria história da imprensa do Rio Grande do Sul. "Clayr Rochefort nos deixou um exemplo de vida a ser seguido, especialmente na tarefa de levar informação com credibilidade a todos os cidadãos", afirmou o deputado.
Por quase 64 anos, Rochefort fez parte do jornalismo de Pelotas, uma das principais cidades do Estado. Bacharel em Direito, iniciou suas atividades na imprensa como revisor do Diário Popular em setembro de 1948. Foi repórter, redator e redator-chefe por mais de 10 anos. Em 1952, assumiu a direção de redação do Diário Popular matutino e do Opinião Pública, jornal vespertino editado pela mesma empresa.
Foi em 1967 que Clayr assumiu a direção-geral da empresa, cargo que ocupou por 30 anos. A partir de 1977, liderou um processo de modernização tecnológica que transformou o matutino mais antigo do Estado e o terceiro do País ainda em circulação. O projeto incluiu a implantação do sistema offset, a mudança do formato standard para tabloide, inovações na área comercial e replanejamento editorial e gráfico do jornal que completará 123 anos em agosto deste ano.
Clayr Rochefort contribuiu para a criação e o fortalecimento de entidades de classe de jornalistas e do setor empresarial de comunicação, como a Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI), da qual foi diretor, e o Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado. Participou da criação da Associação dos Jornais do Interior do Rio Grande do Sul (Adjori), da Associação dos Diários do Interior (ADI-RS), da qual foi presidente, da Associação Brasileira de Diários do Interior (Abrajori), sendo seu vice-presidente, e da Associación Latino-Americana Periodicos del Interior (Alapi), tendo ocupado a vice-presidência e integrado o Conselho de Ética. O jornalista ainda foi assessor especial da Diretoria Administrativa do Banco de Desenvolvimento do Estado (Badesul) nos primeiros anos de sua fundação.
Natural de Piratini, Clayr Rochefort recebeu diversos títulos de Cidadão Emérito Pelotense, Medalha do Mérito Farroupilha, concedida pela Assembleia Legislativa, e Medalha Hypólito da Costa, outorgada pela ARI, pelos serviços prestados à entidade e ao jornalismo. Rochefort era casado e tinha dois filhos.
Ao final de seu discurso, o deputado Luiz Noé homenageou e destacou solidariedade à família de Clayr, à esposa Iracema e aos filhos Théo e Thaís, além dos demais familiares e aos inúmeros amigos de Clayr, frequentadores das rodas culturais e de debates do tradicional Café Aquário e do Programa 13 Horas, da Rádio Universidade, além de seus colegas do Diário Popular de Pelotas.
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Fonte: Assessoria 13 Horas